domingo, 31 de março de 2013

O impasse sobre Feliciano é o 1º embate relevante em que os evangélicos se põem como um bloco orgânico


JANIO DE FREITAS

O impasse decorrente da presença do deputado-pastor Marco Feliciano na presidência da Comissão de Direitos Humanos e de Minorias não é um caso político qualquer. Tanto expõe uma situação atual até aqui mal observada, como indica uma situação futura bastante problemática no Congresso, em particular na Câmara.
O caso em torno do pastor Marco Feliciano agrava-se mais, com sua decisão de afrontar os opositores e entregar a relatoria de projetos, na Comissão, a evangélicos notoriamente contrários a tais propostas, referentes a assuntos como aborto e sexo profissional.
Mas o comando da Câmara e a maioria dos líderes partidários estão acovardados, diante da dupla ameaça de reação do grupo de deputados-pastores à saída forçada de Marco Feliciano. Agora, tumultuariam a Câmara com ações deles próprios e com grandes mobilizações externas; depois, seriam campanhas acusatórias, nas eleições, aos autores de "perseguição religiosa" no Congresso.
Marco Feliciano está convidado para uma reunião, na terça-feira, com líderes das bancadas partidárias que tentariam demovê-lo da permanência como presidente daquela Comissão. Os sinais, até o final de semana, foram de provável ausência do convidado. E, a comparecer, seria para reafirmar a recusa à renúncia. É a posição transmitida por seus principais aliados entre os evangelistas da Câmara.
A reunião cordial foi adotada pelos líderes, ao fim de mais de duas horas de discussão, como alternativa à alegada falta de recurso do Regimento para a substituição compulsória de Marco Feliciano. A alegação é discutível, a começar de que a necessária atividade da Comissão está inviabilizada e, também para casos assim, a Câmara dispõe de Comissão de Ética e de Corregedoria. A alegação da falta de instrumentos resulta mais do temor de enfrentar o problema.
O impasse em torno do pastor-deputado Marco Feliciano, com suas manifestações racistas e anti-homossexuais, é o primeiro embate relevante em que os evangélicos se põem como um novo bloco orgânico, ideologicamente bem definido e poderoso. Este novo evangelista e o bloco ruralista não precisam estar de acordo em tudo para comprovar o adiantamento da direita, como bancada no Congresso, sobre os que se dizem "a esquerda".
A perspectiva dessa situação delineia-se neste fato incontestável: nenhum segmento político está em mais condições de crescer, nas eleições do ano próximo para o Congresso, do que os evangélicos. A contribuição que podem levar só é promissora para eles e seu projeto de poder político.

domingo, 3 de março de 2013

ACESSIBILIDADE E MOBILIDADE URBANA

Acessibilidade e calçadas é um assunto que domina a pauta politica nacional, porem em Franco da Rocha este assunto começa ser discutido com a população no governo do PT em especial no mandato do vereador  George Santos, certo de que a população abraçará a causa o vereador leva o tema pra rua e espera mobilizar os interessados através da rede social de comunicação.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Deputado Marcolino doa para Franco da Rocha noventa mil Reais

A pedido do vereador George o Deputado Luiz Claudio Marcolino doa para Franco da rocha emenda no valor de R$ 90.000,00  (noventa mil reais) para aquisição de veículos para a secretaria de Saúde de Franco da rocha, que segundo estimativa poderá com complemento da municipalidade adquirir de duas a três ambulâncias 

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Aprovado na Câmara Municipal REFIS


Projeto de lei 007/2013 – Aprovado na 2° Sessão da Câmara Municipal

“Institui Programa Especial de Parcelamento de débitos no Município de Franco da Rocha”

Esse projeto se refere ao parcelamento de débitos existentes possibilitando aos munícipes a oportunidade de quitar qualquer pendência perante a Prefeitura Municipal.
Esse programa tem por objetivo incentivar aos contribuintes que se mantenham em dia em relação aos impostos municipais, dessa maneira a Prefeitura irá reduzir o passivo de débitos e aproximar os contribuintes da gestão municipal.
Possibilitando que os que estiverem em atraso com seus impostos possam usufruir de parcelamento especial.
Será concedido desconto nos valores das multas e juros incidentes sobre os débitos inscritos na dívida ativa, 80% para pagamento a vista e 70 % para parcelamento em até 48 vezes.
Quando iniciar o Programa Especial de Parcelamento de débitos a Prefeitura Municipal irá fornecer mais informações sobre critérios e prazos.

sábado, 16 de fevereiro de 2013

O Prefeito Kiko visita moradores da Vila Olinda e reafirma compromisso de campanha



Reafirmando compromisso de campanha o Prefeito de Franco da Rocha Kiko, esteve na Vila Olinda na presença do vereador George e membros de sua equipe de governo para dialogar com a população em busca de solução para melhor as condições de vida dos habitantes daquela vila.

Minha casa minha vida

Franco da Rocha precisa desenvolver um projeto habitacional que atenda a demanda por moradia para os trabalhadores de baixa renda (de 0 a 3 salários mínimos) se você concorda compartilhe.

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Presidente Dilma reconhece música gospel como cultura; ex-deputado diz que lei corrige "distorção e discriminação"

Por meio de sanção publicada nesta terça-feira (10) no Diário Oficial da União, a presidente Dilma Rousseff reconheceu a música gospel e eventos relacionados ao gênero como manifestação cultural. Com isso, projetos de artistas, padres e pastores que fazem shows de música religiosa poderão se inscrever no Ministério da Cultura para obter recursos pela Lei Rouanet, que dá incentivo fiscal a empresas que financiam eventos culturais.

O ex-deputado e pastor evangélico Robson Rodovalho (PP-DF), autor do projeto, explica que a ideia é corrigir "uma distorção e uma discriminação" que a música religiosa sofria. "Em aniversários de cidades, quando alguma prefeitura queria contratar um show de música evangélica, o Ministério Público vetava porque entendia que o Estado, por ser laico, não deveria apoiar uma religião. Temos tantos processos contra essas manifestações que a única saída era considerar esse tipo de música cultura", explica.

Ele não acha, no entanto, que possa haver o favorecimento de religiões, porque a lei veta projetos de autoria de igrejas. "Não acho que haverá beneficiamento de igrejas porque não se ganha nada com isso. Tanto que, o que hoje acontece em muitos festivais de música é haver uma noite para artistas católicos e evangélicos, o que é legítimo."

Apesar de o texto publicado no Diário Oficial não especificar que tipos de música seriam considerados gospel, o deputado explica que trata-se de toda música que tiver temática religiosa.

Rodovalho salienta que a lei beneficia o gênero porque o iguala às outras expressões culturais. "Antes, a Coca-Cola não ia patrocinar um evento evangélico porque não patrocina religiões nem partidos, mas o nosso público também consome, e devia ser respeitado como os outros. Um evento como a 'Marcha para Jesus', que não era patrocinado porque não podia, agora vai poder", diz. "É preciso que haja também uma mudança de mentalidade das agências [de publicidade], para tratarem esse segmento como público."

Para o diretor da gravadora gospel "Canzion", Daniel Nunes, a lei pode incentivar o aumento de shows gospel, porque o gênero "está na moda". No entanto, o fato de a música religiosa no país ainda estar muito ligada à religião --diferente do que ocorre nos Estados Unidos, que é mais considerada como um gênero musical-- ainda pode afastar patrocinadores particulares: "As marcas não querem se associar a essas bandas. A cultura de considerar música gospel como gênero musical vai demorar muito para mudar no Brasil. Não acho que a lei vá mudar isso, mas pode ajudar", diz.